Mostrando postagens com marcador AFPESP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AFPESP. Mostrar todas as postagens

quarta-feira

Sete-cascas ou bordão-de-velho

Taxonomia e Nomenclatura

De acordo com o Sistema de Classificação de Cronquist, a posição taxonômica de Samanea tubulosa

obedece à seguinte hierarquia:

Divisão: Magnoliophyta (Angiospermae)

Classe: Magnoliopsida (Dicotyledoneae)

Ordem: Fabales

Família: Mimosaceae (Leguminosae: Mimosoideae)

Gênero: Samanea

Espécie: Samanea tubulosa (Bentham) Barneby; Grimes

Publicação: in Memoirs of The New York Botanical Garden, v. 74, part I, p. 121. 1996.


Sinonímia botânica: Calliandra tubulosa Bentham (1844); Pithecelobium saman var. (b) acutifolium Bentham “acutifolia” (1876); Pithecelobium venosum Rusby (1876); Samanea saman sensu Bernardi (1984)

Nomes vulgares por Unidades da Federação: em Alagoas, no Maranhão, na Paraíba, em Pernambuco e em Sergipe, bordão-de-velho; na Bahia, samaneiro e sete-cascas; no Ceará, barba-de-velho e bordão-de-velho; em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, abobreira, alfarobo, farinha-seca, feijão-cru, ingá-de-pobre, pau-de-cangaia e setecascas.

Nos seguintes nomes vulgares, não foi encontrada a devida correspondência com as Unidades da Federação: amendoim-de-veado, árvore-da-chuva e pau-de-cangalha.

Nomes vulgares no exterior: na Bolívia, chontaquiro; no Paraguai, manduvi’ra e na Argentina, samán.

Etimologia: o nome genérico samanea deriva do nome popular saman na Venezuela.

Descrição

Forma biológica: é árvore decídua no inverno. As árvores maiores atingem dimensões próximas de 28 m de altura e 100 cm de DAP (diâmetro à altura do peito, medido a 1,30 m do solo), na idade adulta.

Tronco: é mais ou menos reto e cilíndrico, com fuste até 12 m de comprimento.

Ramificação: é dicotômica ou simpodial. A copa, formada por ramos horizontais largos e grossos, é arredondada e mais larga que alta. Os ramos novos são pubescentes e apresentam tomento aveludado.

Casca: com espessura de até 20 mm. A casca externa é castanho-clara, áspera, muito suberosa, com fissuras longitudinais, deixando placas muito estreitas e com formato acanalado. Tolera fogo. A casca interna apresenta cor amarelada ou rosada. 

Folhas: são alternas, compostas bipinadas, com eixo comum (pecíolo + raque) tomentoso, com 8 cm a 28 cm de comprimento e com dois a cinco pares de pinas, com 8 cm a 20 cm de comprimento. Os folíolos pareados (bicompostas), com dois a dez pares em cada pina, elípticos, com 2 cm a 4 cm de comprimento por 1 cm a 2,5 cm de largura, com margem inteira e lados desiguais; o pecíolo tem aproximadamente 20 cm de comprimento. Os folíolos fecham-se durante a noite e em dias nublados (LOPEZ et al., 1987). 

Inflorescências: em capítulos terminais, em agrupamentos com 6 a 15 inflorescências, cada uma com 12 a 20 flores, sobre pedúnculos com 4 cm a 10 cm de comprimento. 

Flores: são numerosas, pequenas, com estames vistosos, metade brancos, metade purpúreos, o que as tornam muito ornamentais. 

Fruto: é um legume séssil indeiscente, plano, com 7 cm a 18,5 cm de comprimento, por 1,2 cm a 1,8 cm de largura, carnoso, com polpa doce, perfumado e com sabor adocicado. Contém de 5 a 31 sementes. 

Sementes: são castanhas, oblongas, com 5 mm a 13 mm de comprimento. 

Biologia Reprodutiva e Eventos Fenológicos 

Sistema sexual: espécie monóica. 

Vetor de polinização: essencialmente abelhas e diversos insetos pequenos. 

Floração: de agosto a novembro, em Mato Grosso do Sul (POTT; POTT, 1994) e de dezembro a março, em Pernambuco (ANDRADE-LIMA, 1954). 

Frutificação: os frutos amadurecem após a estação chuvosa. 

Dispersão de frutos e sementes: é autocórica, do tipo balocórica (por gravidade) e zoocórica, sendo o gado importante agente de dispersão (DUCKE, 1949). 

Ocorrência Natural Latitudes: de 1º S, no Pará a 22º 30’ S, em Mato Grosso do Sul.

Variação altitudinal: de 20 m, no Ceará a 810 m de altitude, em Mato Grosso. Fora do Brasil, atinge até 1.350 m de altitude na Bolívia (KILLEEN et al., 1993). 

Distribuição geográfica: Samanea tubulosa ocorre de forma natural na Argentina (DIMITRI, 1975), na Bolívia (KILLEEN et al., 1993) e no Paraguai (LOPEZ et al., 1987). No Brasil, essa espécie ocorre nas seguintes Unidades da Federação: Alagoas (TAVARES, 1995). Bahia (MELLO, 1968/1969). Ceará (DUCKE, 1959; FERNANDES; GOMES, 1977; FERNANDES, 1990; FERNANDES; NUNES, 1998). · Goiás (NASCIMENTO et al., 2004; SILVA et al., 2004). Maranhão (DUCKE, 1949; RIBEIRO, 1971; RIZZINI, 1976; MUNIZ et al., 1994). Mato Grosso (PRANCE; SCHALLER, 1982; BARNEBY; GRIMES, 1996). Mato Grosso do Sul (POTT; POTT, 1994; PAULA et al., 1995). Minas Gerais (BRANDÃO et al., 1993). Pará (DUCKE, 1949; DUBOIS, 1986). Paraíba (DUCKE, 1953; OLIVEIRA-FILHO; CARVALHO, 1993). Pernambuco (DUCKE, 1953; ANDRADE-LIMA, 1961, 1979). Piauí (CASTRO et al., 1982). Estado do Rio de Janeiro (CARAUTA; ROCHA, 1988). Sergipe (SANTOS, 1996). 

Aspectos Ecológicos 

Grupo ecológico ou sucessional: espécie pioneira. 

Importância sociológica: ocorre, preferencialmente, em capoeiras e em áreas abertas, como colonizadora. Biomas (IBGE, 2004a) / Tipos de Vegetação (IBGE, 2004b) e Outras Formações Vegetacionais.

Bioma Mata Atlântica 

Floresta Estacional Decidual (Floresta Tropical Caducifólia), na formação Submontana, em Goiás (SILVA et al., 2004), com freqüência de um indivíduo por hectare (NASCIMENTO et al., 2004). · Floresta Ombrófila Densa (Floresta Tropical Pluvial Atlântica), na subformação Submontana, em Alagoas. · Vegetação com Influência Marinha (Restinga), na Paraíba, onde é rara (OLIVEIRA-FILHO; CARVALHO, 1993). 

Bioma Amazônia 

Floresta Ombrófila Densa (Floresta Tropical Pluvial Amazônica) de Terra Firme, no Pará (DUCKE, 1949). 

Bioma Caatinga  

Savana-Estépica ou Caatinga do Sertão Árido. 

Bioma Pantanal 

Chaco Sul-Mato-Grossense. 

Pantanal Mato-Grossense (PRANCE; SCHALLER, 1982; POTT; POTT, 1994; PAULA et al., 1995). 

Outras formações vegetacionais 

Ambiente fluvial ou ripário, no Estado do Rio de Janeiro (CARAUTA; ROCHA, 1988). · Florestas serranas no Ceará, nas partes inferiores da Serra de Maranguape, e também na Serra de Ibiapada (DUCKE, 1959; FERNANDES, 1990). 

Clima 

Precipitação pluvial média anual: de 730 mm, na Bahia a 2.500 mm, em Pernambuco. 

Regime de precipitações: chuvas periódicas. 

Deficiência hídrica: de pequena a moderada: no Pará, e na faixa costeira de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. De moderada a forte: no Ceará, no nordeste de Goiás, no norte do Maranhão, e no Pantanal Mato-Grossense. De moderada a forte, no inverno: no centro de Mato Grosso. Forte: no norte de Minas Gerais. 

Temperatura média anual: 20,2 ºC (Vitória da Conquista, BA) a 26,7 ºC (Itaituba, PA). 

Temperatura média do mês mais frio: 16,4 ºC (Ponta Porã, MS) a 25,8 ºC (Itaituba, PA). 

Temperatura média do mês mais quente: 21,8 ºC (Vitória da Conquista, BA) a 27,8 ºC (Itaituba, PA). 

Temperatura mínima absoluta: - 8 ºC (Ponta Porã, MS). 

Número de geadas por ano: ausentes a muito raras, em Mato Grosso do Sul. 

Classificação Climática de Koeppen: Am (tropical chuvoso, com chuvas do tipo monção, com uma estação seca de pequena duração), na faixa costeira da Paraíba e de Pernambuco, e nas serras do Ceará. As (tropical chuvoso, com verão seco, a estação chuvosa se adiantando para o outono), em Alagoas e em Sergipe. Aw (tropical úmido de savana, com inverno seco): na Bahia, no Ceará, no nordeste de Goiás, no norte do Maranhão, no centro de Mato Grosso, no sudoeste de Mato Grosso do Sul e no norte de Minas Gerais. Cwa (subtropical, de inverno seco não-rigoroso e com verão quente e moderadamente chuvoso), no nordeste de Goiás. 

Solos 

O bordão-de-velho ocorre, naturalmente, em solos arenosos e bem drenados, em várzeas aluviais e à beira de rios, onde o solo é bem suprido com água e com boa fertilidade química. 

Sementes 

Colheita e beneficiamento: ao iniciarem a queda espontânea, os frutos (vagens) devem ser colhidos diretamente da árvore ou recolhidos no chão, sob a planta-mãe, logo após a queda. Em seguida, devem ser abertos, manualmente, para a retirada das sementes. 

Número de sementes por quilo: 1.200 (LORENZI, 1998) a 5 mil (LOPEZ et al., 1987). 

Tratamento pré-germinativo: essa espécie apresenta dormência tegumentar em elevado grau, as sementes devem ser escarificadas em ácido sulfúrico concentrado, por 1 a 10 minutos (NASCIMENTO; OLIVEIRA, 1999). 

Longevidade e armazenamento: as sementes do bordão-de-velho apresentam comportamento ortodoxo com relação ao armazenamento, devendo ser conservadas em câmara seca (0 ºC a 3 ºC) em recipientes fechados por vários anos, com pouca perda da viabilidade.

Produção de Mudas 

Semeadura: recomenda-se semear uma semente em saco de polietileno, ou em tubete de propileno, ou ainda em sementeiras, para posterior repicagem. Quando for necessária, a repicagem deve ser feita de quatro a seis semanas após a germinação. 

Germinação: é epígea ou fanerocotiledonar. A emergência inicia-se de 14 a 42 dias após a semeadura, para sementes com superação de dormência (até 99 %) e de 40 a 90 dias para sementes sem superação de dormência (até 2 %). Essa espécie tem abundantes raízes superficiais. 

Associação simbiótica: em solo com textura arenosa, foi constatada nodulação radicial com Rhyzobium em campo e em viveiro (SOUZA et al., 1994). Estes têm forma de coral, cor creme e intensidade abundante. 

Características Silviculturais 

O bordão-de-velho é uma espécie heliófila, fortemente exigente em luz e não tolera baixas temperaturas, na fase jovem. 

Hábito: espécie com crescimento simpodial, com forma variável e irregular, com dominância apical crescente com a idade. Apresenta desrama natural deficiente, necessitando de poda de condução e dos galhos. 

Métodos de regeneração: o bordão-de-velho pode ser plantado a pleno sol, puro ou em plantio misto. Brota intensamente da touça. 

Sistemas agroflorestais: é considerada uma árvore que proporciona uma boa sombra, podendo ser usada em pastagens. 

Características da Madeira 

Massa específica aparente (densidade): a madeira do bordão-de-velho varia de leve a moderadamente densa - 0,44 g.cm-3 a 0,78 g.cm-3 (LOPEZ et al., 1987; LORENZI, 1998). 

Cor: o alburno é delgado e com coloração amarelada, e o cerne apresenta cor castanho-roxo. Características gerais: a textura é média, e a grã é direita. Outras características · Apresenta resistência mecânica de média a moderada. · Madeira moderadamente durável. 

Produtos e Utilizações 

Alimentação animal: o fruto doce dessa espécie é muito procurado pelo gado e as ramas são forrageiras, com alto teor de proteína bruta (BERG, 1986; POTT; POTT, 1994). Em vários países faz-se uma farinha com os frutos, que é um alimento excelente para as vacas, cabras e galinhas (LOPEZ et al., 1987). 

Alimentação humana: as vagens são comestíveis e a polpa é doce com sabor de alcaçuz, com 25% de açúcar, que deve ser conservada seca e cristalizada. Os frutos fermentam e dão álcool com rendimento, aproximadamente, de 11,5 L para cada 100 kg de frutos. Com ele, pode-se também produzir aguardente, conhecida como “aguardente-de-saman” semelhante ao kirsch. 

Apícola: as flores do bordão-de-velho são melíferas, com boa produção de néctar. 

Celulose e papel: espécie adequada para esse fim. 

Energia: produz lenha de boa qualidade.

Madeira serrada e roliça: a madeira do bordão-de-velho serve para móveis e mourão. 

Substâncias tanantes: essa espécie apresenta 5 % de tanino condensável na casca, e rendimento em tanino de 15,7 % (GONÇALVES; LELIS, 2001).

Paisagístico: as flores são vistosas, tornando-a uma bonita espécie ornamental. 

Pragas

Oncideres saga (Coleoptera: Cerambycidae), conhecido como serrador (PINTO et al., 2000), com danos em galhos e ramos cortados de até 32,7 %. Os mesmos autores salientam que devam ser tomadas precauções adequadas para evitar a disseminação desse inseto nas áreas plantadas. 

Espécies Afins 

Samanea Merrill é um gênero essencialmente tropical, com quatro espécies, ocorrendo do México ao Paraguai (BARNEBY; GRIMES, 1996). 

Samanea tubulosa é muito semelhante à espécie Samanea inopinata (Harms) Barneby; Grimes, que ocorre na mata higrófila sul-baiana - Árvore grande, com fruto maior, medindo 11 cm a 25 cm de comprimento e 1,5 cm a 3,5 cm de largura (LEWIS, 1987; BARNEBY; GRIMES, 1996). 

Samanea tubulosa difere do típico saman, da zona atlântica de Barbados, Colômbia, Honduras, México, Venezuela, em vários caracteres das folhas, dos frutos e da casca rugosa, enquanto a casca do nosso (que ocorre no Brasil) é suberosa (DUCKE, 1959). Samanea tubulosa e Samanea saman são espécies alopátricas. 


Referências 

ANDRADE-LIMA, D. de. Contribution to the study of the flora of Pernambuco, Brazil. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1954. 154 p. (Universidade Federal de Pernambuco. Monografia, 1). 

ANDRADE-LIMA, D. de. A flora e a vegetação da área Janga-Maranguape Paulista-Pernambuco. In: CONGRESSO DE BOTÂNICA, 30., 1979, Campo Grande. Anais... São Paulo: Sociedade Botânica do Brasil, 1979. p. 179-190. 

ANDRADE-LIMA, D. de. Tipos de floresta de Pernambuco. Anais da Associação dos Geógrafos Brasileiros, Rio de Janeiro, v. 12, p. 69-85, 1961. 

BARNEBY, R. C.; GRIMES, J. W. Silk tree guanacaste, monkey’ s earring: a generic system for the synandrous Mimosaceae of the Americas. Part. I. Abarema, Albizia, and Allier. Bronx: The New York Botanical Garden, 1996. 292 p. (Memoirs of the New York Botanical Garden, 74). 

BERG, M. E. van den. Formas atuais e potenciais de aproveitamento das espécies nativas e exóticas do Pantanal Mato-Grossense. In: SIMPÓSIO SOBRE RECURSOS NATURAIS E SÓCIO-ECONÔMICOS DO PANTANAL, 1., 1984, Corumbá. Anais... Brasília, DF: EMBRAPA-DDT; Corumbá: EMBRAPACPAP, 1986. p. 131-136. (EMBRAPA-CPAP. Documentos, 5). 

BRANDÃO, M.; LACA-BUENDIA, J. P.; SATURNINO, H. M.; GAVILANES, M. L.; ARAÚJO, M. G. de; FERREIRA, F. B. D. Cobertura vegetal do Município de Montes Claros, MG: formações vegetais e sua composição florística. Daphne, Belo Horizonte, v. 3, n. 4, p. 46-68, out. 1993. 

CARAUTA, J. P. P.; ROCHA, E. de S. F. da. Conservação da flora no trecho fluminense da bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Albertoa, Rio de Janeiro, v. 1, n. 11, p. 86-136, 1988. 

CASTRO, A. A. J. F.; DEL’ARCO, M. R.; FERNANDES, A. Leguminosas do Estado do Piauí. In: CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA, 32., 1981, Teresina. Anais. Teresina: Sociedade Botânica do Brasil, 1982. p. 27-37. 

DIMITRI, M. J. Las areas argentinas de bosques espontaneos. In: COZZO, D. Arboles forestales, maderas y silvicultura de la Argentina. Buenos Aires: Acme, 1975. p. 6-17. (Enciclopedia Argentina de Agricultura y Jardineria, 2). DUBOIS, J. Recursos genéticos florestais: espécies nativas da Amazônia. Boletim FBCN, Rio de Janeiro, v. 21, p. 45-71, 1986. 

DUCKE, A. Estudos botânicos no Ceará. Anais da Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro, v. 31, n. 2, p. 211- 308, 1959. 

DUCKE, A. As leguminosas da Amazônia brasileira: notas sobre a flora neotrópica - II. Belém, PA: Instituto Agronômico do Norte, 1949. 248 p. (Boletim técnico, 18). 

DUCKE, A. As leguminosas de Pernambuco e Paraíba. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, v. 51, p. 417-461, 1953. 

FERNANDES, A. G. Temas fitogeográficos: I - deriva continental - conexões vegetacionais; II - conjunto vegetacional cearense; III - manguezais cearenses. Fortaleza: Stylus Comunicações, 1990. 116 p. 

FERNANDES, A. G.; GOMES, M. A. F. Plantas de cerrado no litoral cearense. In: CONGRESSO NACIONAL DE BOTÂNICA, 26., 1975, Rio de Janeiro. Trabalhos... Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 1977. p. 167-173. 

FERNANDES, A. G.; NUNES, E. P. Aspectos botânicos: vegetação e flora. In: FERNANDES, A. G.; NUNES, E. P.; OTOCH, R.; SILVA, N. A. G. Levantamento preliminar da vegetação, flora e avifauna do Parque Botânico do Ceará. Fortaleza: SEMACE, 1998. p. 10-19. 

GONÇALVES, C. A.; LELIS, R. C. C. Teores de tanino da casca e da madeira de cinco leguminosas arbóreas. Floresta e Ambiente, Seropédica, v. 8, n. 1, p. 167-173, jan./dez. 2001. 

IBGE. Diretoria de Geociências. Mapa de biomas do Brasil: primeira aproximação. Rio de Janeiro, 2004a. 1 mapa; 110 cm x 92 cm. Escala 1:5.000.000. 

IBGE. Diretoria de Geociências. Mapa de vegetação do Brasil. 3. ed. Rio de Janeiro, 2004b. 1 mapa; 110 cm x 92 cm. Escala 1:5.000.000. 

KILLEEN, T. J.; GARCIA E. E.; BECK, S. G. Guia de arboles de Bolívia. La Paz: Herbario Nacional de Bolívia; St. Louis: Missouri Botanical Garden, 1993. 958 p.

LEWIS, G. P. Legumes of Bahia. Kew: Royal Botanic Gardens, 1987. 369 p. 

LOPEZ, J. A.; LITTLE, E. L., Jr.; RITZ, G. F.; ROMBOLD, J. S.; HAHN, W. J. Arboles comunes del Paraguay: ñande yvyra mata kuera. Washington: Cuerpo de Paz, 1987. 425 p. 

LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 1998. v. 2, 352 p. 

MELLO, M. O. de A. Contribuição ao estudo da flora madeireira do Estado da Bahia. Boletim do Instituto Biológico da Bahia, Salvador, v. 8, n. 1, p. 37-42, 1968/1969. 

MUNIZ, F. H.; CESAR, O.; MONTEIRO, R. Aspectos florísticos quantitativos e comparativos da vegetação arbórea da reserva florestal do Sacavém, São Luís, Maranhão (Brasil). Acta Amazônica, Manaus, v. 24, n. 3/4, p. 189-218, 1994. 

NASCIMENTO, A. R. T.; FELFILI, J. M.; MEIRELLES, E. M. Florística e estrutura da comunidade arbórea de um remanescente de floresta estacional decidual de encosta, Monte Alegre, GO, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 18, n. 3, p. 659-669, 2004. 

NASCIMENTO, M. do P. S. C. B. do; OLIVEIRA, M. E. A. Quebra da dormência de sementes de quatro leguminosas arbóreas. Acta Botanica Brasilica, São Paulo, v. 13, n. 2, p. 129-137, 1999. 

OLIVEIRA-FILHO, A. T. de; CARVALHO, D. A. de. Florística e fisionomia da vegetação no extremo norte do litoral da Paraíba. Revista Brasileira de Botânica, São Paulo, v. 16, n. 1, p. 115-130, 1993. 

PAULA, J. E. de; CONCEIÇÃO, C. de A.; MACÊDO, M. Contribuição para o conhecimento do Pantanal Passo da Lontra. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 30, n. 5, p. 583-594, maio 1995.

PINTO, M. G.; MAURICIO, E. G.; LUNZ, A. M.; WENDT, J. G. N.; VIDAURRE, G. B.; CARVALHO, A. G. Danos em Samanea saman e Acacia mangium por serrador, Oncideres saga (Coleoptera, Cerambycidae) em Seropédica, RJ. In: CONGRESSO E EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL SOBRE FLORESTAS, 6., 2000, Porto Seguro. Resumos técnicos. Rio de Janeiro: Instituto Ambiental Biosfera, 2000. p. 473. 

POTT, A.; POTT, V. J. Plantas do Pantanal. Brasília, DF: EMBRAPA–SPI; Corumbá: EMBRAPA-CPAP; 1994. 320 p. 

PRANCE, G. T.; SCHALLER, G. B. Preliminary study of some vegetation types of the Pantanal, Mato Grosso, Brazil. Brittonia, n. 34, p. 228-251, 1982. 

RIBEIRO, J. de R. O Maranhão e seu revestimento florístico. Brasil Florestal, Rio de Janeiro, v. 2, n. 5, p. 9-20, 1971. 

RIZZINI, C. T. Contribuição ao conhecimento das floras nordestinas. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 28, n. 41, p. 137- 193, 1976. 

SANTOS, M. L. Vegetação e flora da Mata Atlântica em estágio médio de regeneração do Parque Governador José Rollemberg Leite-SE. Aracaju: [s.n.], 1996. 47 p. Mimeografado. 

SOUZA, L. A. G. de; SILVA, M. F. da; MOREIRA, F. W. Capacidade de nodulação de cem leguminosas da Amazônia. Acta Amazônica, Manaus, v. 24, n. 1/2, p. 9-18, 1994. 

TAVARES, S. Laudos técnicos sobre a cobertura florestal das áreas de reserva legal de imóveis da Usina Serra Grande. Recife: [s.n.], 1995. 30 p. Trabalho de consultoria feito à Usina Serra Grande, São José da Lage – AL.

Fonte: Paulo Ernani Ramalho Carvalho. Circular técnica 132, Embrapa, Colombo, PR, Novembro, 2007, Bordão-de-Velho Samanea tubulosa, 

Saiba mais: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/CNPF-2009-09/42344/1/Circular132.pdf